Amanda Francelino
Amanda Francelino

O ramo que será levado ao altar é um acessório da noiva que complementa o visual nupcial e carrega alegria, tradição e, principalmente, a personalidade de quem o segura. As noivas brasileiras têm uma variedade de plantas à disposição porque estamos em um país tropical, onde muitos tipos são cultivados e criados graças ao clima diversificado nas regiões. 

Isso porque os trópicos são linhas imaginárias que determinam as zonas climáticas no planeta Terra. No Brasil, há dois paralelos: a linha do Equador e o Trópico de Capricórnio. As espécies comuns nos trópicos são exóticas, coloridas, propícias para a exposição ao ar livre, em temperaturas quentes à amenas. Além disso, ficam lindas nos arranjos florais da recepção e, com certeza, potencializam um lindo buquê de flores para a hora do “sim”.

Jane Monteiro Fotografia
Jane Monteiro Fotografia

As espécies de flores tropicais

  • Alpínia

É uma flor comprida e pode ser combinada com flores menores. Se apresenta em cores que vão do vermelho ao rosa, além da branca. 

  • Astromélia

Floresce rápido na primavera e é comum encontrá-la branca com o fundo rosa e manchas pretas e verdes. Há variações do vermelho, amarelo e lilás. 

Ísis Lacombe
Ísis Lacombe

  • Ciclame

A flor é marcante por ser bicolor em amarelo e vermelho, mas pode fazer parte do buquê em tons monocromáticos de rosa, violeta, salmón, vermelho e branco. Considerada tóxica para os animais, então se o seu pet for um convidado do casamento, deixe-o longe do buquê ou evite este tipo de flor.

  • Ave-do-paraíso

Também conhecida como estrelícia, é uma flor que parece um pássaro e se destaca em qualquer decoração e, claro, em um buquê rico em tropicalidade. 

Retrographic
Retrographic

  • Bastões-do-imperador

Floresce o ano todo, em especial entre setembro e fevereiro. É uma flor grande e ter só uma no buquê já é o suficiente para garantir algo original. Muito encontrada nos tons de rosa e vermelho.

Gallios Arte Floral
Gallios Arte Floral

  • Orquídea

Esta flor transmite sucesso, tranquilidade e sentimentos sinceros, ou seja, tudo que um casamento precisa ter. Não é à toa que a orquídea é famosa em várias ocasiões, desde um presente até um buquê tropical.

  • Crisântemo

A coloração desta espécie é bastante diversificada e é uma flor que pode chegar a um metro de altura. Floresce durante os períodos mais frios.

Mar Souza Fotografia
Mar Souza Fotografia

  • Hibisco

É uma planta ideal para compor buquês porque desabrocha rápido. Muito comum em arranjos florais de decoração da casa ao casamento. As espécies bicolores são as mais queridas no universo nupcial.

  • Protea

As noivas modernas procuram flores bem diferentes para sair do convencional e portar um belo buquê personalizado. A protea ganhou espaço e pode ser combinada com flores e folhas secas.

Tatiana Gonzales Design Floral
Tatiana Gonzales Design Floral

Ideias de composição

Se quiser, pode pedir ao florista para montar um buquê com cada uma das espécies tropicais listadas neste artigo. Mas há a possibilidade de escolher uma ou mais e misturar com outras, como é o caso da orquídea sapatinho com suculentas e folhagens. O mix de ave-do-paraíso com crisântemo e astromélia também fica lindo e bem colorido. Outra ideia é combinar alpínia com hibisco sem esquecer de folhas diversas para o verde destacar ainda mais as cores fortes das flores.

Johanna Lieskow Fotografia
Johanna Lieskow Fotografia

Tipos dos buquês

Como as flores tropicais são de porte médio a alto, buquês assimétricos e descontruídos são as melhores opções. O estilo braçada que é aquele em que a noiva leva o buquê nos braços como se tivesse colhido as flores na hora também é ideal porque muitas espécies possuem o caule longo. O tipo cascata é outro que cai bem na proposta tropical do ramo.

Suelen Miranda Fotografia
Suelen Miranda Fotografia

Se você é do tipo de noiva que gosta dos buquês coloridos, com texturas e formatos diferenciados, as flores tropicais podem servir de inspiração para quem vai se casar no campo ou na praia, principalmente no verão ou na primavera, em enlaces diurnos e noturnos.