O casamento de Weberton e Fabiane em Mairinque, São Paulo Estado
Rústicos Primavera Amarelo
W&F
21 Set, 2013A crônica do seu casamento
Nossa história é bem improvável.
Em resumo, o Weberton é afilhado de um tio meu que sempre foi bastante distante. Então apesar de sermos praticamente da mesma família, fomos nos conhecer quando já tinhamos uns 17 ou 18 anos. Ele se interssou por mim e eu não (porque o via como meu primo), mas depois desse dia ficamos anos sem se ver até o dia em que ele mudou pra perto da minha casa e aí nos aproximamos, nos apaixonamos e decidimos nos casar.
Mas apesar de nossa história ser tão incomum, vemos em cada detalhe as mãos de Deus.
Quando marcamos a data do casamento, um ano e meio antes, tinhamos um pouco (quase nada, perto de tudo que precisariamos investir) de dinheiro guardado, mas nos vimos em uma situação que tinhamos que escolher: apartamento ou festa de casamento.
Optamos então por fazer apenas uma cerimônia religiosa e irmos para uma churrascaria comemorar, que é a opção mais em conta, já que cada convidado pagaria sua parte, e arcariamos apenas com as despesas dos pais e dos padrinhos. E decidimos pegar o dinheiro que tinhamos e juntar mais ainda para dar entrada num apartamento.
Continuar lendo »Mas Deus nos abençoando de várias formas, desde a entrada do apartamento ser bem menor do que esperávamos, aumento de salário do meu noivo (agora marido), até pessoas nos presenteando financeiramente e também se dispondo a servir (um amigo da família que trabalha em buffet preparou o nosso jantar, e tivemos que comprar apenas os ingredientes) ou se responsabilizando a pagar algumas coisas. Além do mais, pesquisando em vários sites, vimos que muitas coisas nós mesmos poderiamos fazer e economizar!
Então decidimos fazer uma festa para poucos convidados. Um casamento em um sítio, uma decoração rústica e fofa, em tons de amarelo e azul. Algo simples e romântico.
Foram meses deliciosos planejando cada detalhe, muitos "DIY", foram meses até que tranquilos apesar da ansiedade e expectativa, até que chegou o grande dia.
O dia não começou muito bem, porque tinha marcado com o cabeleireiro para estarmos às 10:00 h no sítio, pois combinamos de nos arrumarmos lá. Minha mãe, minha sogra e eu. Porém tivemos que buscar algumas coisinhas que faltavam antes, e nos atrasamos. Chegamos no sítio as 13:00 h! Isso porque o casamento estava programado para começar umas 16:30 h (Essa hora o cabeleireiro estava começando a me arrumar, porque antes ele arrumou as mães). O que acabou atrasando um bocadinho o casamento, mas fora isso, foi tudo perfeito!
Cheguei no sítio, vi a decoradora já arrumando o local da festa e da cerimônia. O sonho estava ganhando forma. Aquele nervosismo todo da correria, deu uma abaixada.
Fui tomar um banho e fiquei em um lugar isolado, no meio das árvores (que foi onde me arrumei), "relaxando" (porque não consegui deixar a ansiedade totalmente de lado), esperando o meu cabeleireiro acabar de arrumar nossas mães e chegar logo a minha vez. O fotógrafo ficou comigo o tempo todo, conversando para ajudar a relaxar. O que me ajudou bastante foi ter contratado uma assessoria para o dia, pois pude ficar tranquila sabendo que ela estava supervisionando o andamento das coisas.
Quando comecei a me arrumar, como disse, era a hora programada para começar a cerimônia, este atraso colaborou para aumentar o nervosismo e ansiedade que já são característicos do meu noivo que estava lá à espera.
O casamento começou umas 17:30 h (já perto de escurecer).
Foi tudo muito emocionante. Quase não consegui me conter, meu pai menos ainda, enquanto andava em direção ao meu futuro marido. No momento dos votos (os meus foram pessoais) não conseguia conter o sorriso, por estar realmente me casando com o homem da minha vida. Cumprimentar os padrinhos também é sempre um chororô, né? E no meu casamento não foi diferente! E na nossa saída. Não dá pra explicar a felicidade que eu sentia e como era difícil acreditar que agora eramos marido e mulher.
Na entrada da festa, eu cantei uma música para ele. Foi surpresa! Ele não sabia onde enfiar a cara de vergonha.
Depois abrimos a mesa de jantar, paramos para tentar comer, mas não deu! Sei lá, parece que não dá fome!
Estávamos tão agitados que, apesar de eu ter vivência com "roteiros de casamentos", por ter trabalhado por anos com filmagem e edição de videos de casamento, acabei me esquecendo de ir de mesa em mesa cumprimentar e tirar fotos com os convidados. Eles que vinham até mim me cumprimentar!
Mas foi tudo muito gostoso!
Apesar dos contratempos e pequenas coisinhas que acabaram não saindo como planejado (sempre tem alguma coisa), eu curti muito aquele nosso momento. Depois de lá, fomos para um hotel super lindo em São Roque, para fechar o dia com chave de ouro.
Essa é, resumidamente, a história do meu grande dia!
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