O casamento de Rafael e Luiza em Brasília, Distrito Federal
Elegantes Outono Rosa fucsia
R&L
24 Mai, 2025A crônica do seu casamento
Eu e meu noivo nos mudamos do Brasil um pouco antes de ficarmos noivos tempo, e quando decidimos casar, foi claro pra gente: seria no Brasil. Era mais fácil a gente ir até lá do que levar todo mundo (amigos, família) pra onde estamos morando hoje. E assim começou nossa aventura: organizar tudo à distância. E nossos pais ajudaram bastante — inclusive ficando com a nada fácil missão de provar doces, bolos e buffet. ;)
A gente começou os preparativos com mais de um ano de antecedência e, no geral, conseguimos nos organizar bem. Nós escolhemos a dedo cada fornecedor, cada atração que ia ter e tudo tinha que ter a nossa cara e ser algo que a gente se identificasse e por isso fizemos muitas coisas manuais, foi um super projeto! Mas comigo aconteceu aquilo que todo mundo comenta: quanto mais perto da data, mais coisa aparece. O último mês foi super estressante, cheio de pendências de última hora. Ainda mais porque foi quando finalmente fomos para o Brasil e tínhamos que resolver varias coisas pessoalmente.
Continuar lendo »Eu queria ter deixado tudo pronto com pelo menos uma semana de folga, mas sempre surgiam mais coisinhas pra resolver. Na véspera, eu ainda estava arrumando coisas e nem tinha conseguido escrever meus votos. Mas não era nada essencial, eu até brinquei que tendo resolvido as coisas cedo, eu procurava sarna para me coçar - ou seja, eu ia inventar uma coisa nova para adicionar no casamento ou alguma coisa para fazer.
No dia do casamento, acordei cedo e fui para o salão com dez amigas e familiares. Foi muito gostoso ter todo mundo ali, não me arrependo mesmo. O problema foi a organização do salão. Todo mundo chegou no horário certinho e eu comecei a me arrumar no tempo certo. Mas, de repente, a gente estava super atrasado (até hoje não sei como isso aconteceu).
Como sou bem organizada, esse atraso me deixou muito nervosa — ainda mais porque eu precisava estar no altar às 16h, e o cortejo nem tinha começado nesse horário. Cheguei na igreja super tensa. Tinha tantas coisas passando pela minha cabeça quando entrei na igreja que só lembrei de olhar pro meu noivo quando já estava na metade do caminho até ele.
Mas deu tudo certo, conseguimos fazer a cerimônia no tempo limitado, ela foi linda e o padre foi ótimo. Deu tempo até da caneta falhar na hora de assinar! (Dica: testem a caneta antes, sério!)
Na festa, tínhamos preparado um receptivo no deck enquanto os convidados chegavam e aproveitamos esse momento pra ver a decoração do salão e tirar as fotos protocolares. E olha, que acerto! Nós nos dedicamos muito com a decoradora para fazer o projeto e foi tão especial ver o nosso sonho realizado que nós dois choramos quando entramos e vimos tudo pronto. Ficou do jeitinho que tínhamos imaginado e ainda melhor!
Mais tarde, depois do jantar, fizemos a trend de tirar fotos com os convidados no tempo da música, os convidados amaram poder a oportunidade de tirar fotos com a gente! Valeu super a pena e economizou um tempão.
Logo depois, abrimos a pista com uma dança que montamos e ensaiamos sozinhos, o que foi super especial ver todo o nosso esforço dando certo também na dança. E depois de aberta a pista, não saímos mais de lá. Acho que isso fez muita diferença. Os convidados acompanharam a nossa energia e ficaram até o fim dançando.
A gente tinha contratado hora extra no deck achando que pouca gente ia aguentar 9 horas de festa, mas o espaço ficou cheio até o final. Tinha gente que ainda aguentaria mais umas 2 horas fácil. Ah, e só tivemos DJ — e funcionou super bem. Nós ficamos com receio de ser uma festa "chata" e desanimada se não contratássemos banda, mas meu conselho é: os convidados seguem o ritmo de vocês e se vocês estiverem curtindo e dançando, eles vão curtir e dançar também.
Nós fizemos a hora de jogar o buque super diferente. Primeiro eu joguei um buquê que o florista fez só pra isso, de forma bem tradicional, mas depois e eu joguei um “buquê de saradões” ao som de “It’s Raining Men”. A ideia era simples e divertida: quem pegasse, ou ia atrair um saradão, ou o atual ia virar um. Assim as casadas e solteiras poderiam participar desse momento, as mulheres adoraram! Teve mais disputa por um saradão do que pelo buquê.
Para os homens, como a gente não é muito fã de whisky, resolvemos adaptar. Meu noivo adora futebol americano, então ele jogou a bola valendo o tradicional whisky e também fizemos uma camisa personalizada escrito “Wedding Receiver” (trocadilho com a posição do esporte - Wide Receiver) e um boné com a nossa logo. O boné ficou tão legal que quase não deixei jogar!
Duas atrações que também foram sucesso entre os convidados: tivemos um carrinho de brigadeiro, que fez mais sucesso do que a mesa de doces (sim, sobrou bastante doce) e também fizemos um flower bar com as flores da cerimônia pra distribuir aos convidados. Foi um gasto a mais, mas todo mundo amou e elogiou muito o gesto.
No fim das contas, teve estresse, teve improviso, mas foi muito especial. Nós saímos da festa querendo casar todo ano!
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