O casamento de Ivan e Mayara em São Paulo
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12 Mar, 2017A crônica do seu casamento
Um casamento temático regado a amor
Nunca me imaginei entrando de véu e grinalda numa igreja. Eu pensava que festas de casamento custavam muito caro e que era melhor gastar o dinheiro com uma bela viagem de lua de mel. Mas, um dia, uma conversa com uma amiga mudou essa percepção. Ela falou sobre como festas de casamento são um dos poucos momentos em que reencontramos muitas pessoas queridas para celebrar, conversar, rir e ter um momento agradável ao lado daqueles que amamos. E, assim, uma sementinha de vontade se implantou em mim. Vontade de comemorar os 9 anos de um relacionamento muito profundo junto de todas as pessoas que estiveram ao nosso lado durante esse tempo, que participaram do nosso crescimento e que acreditaram em nós. Finalmente estávamos nos planejando para morar juntos e, durante o processo de nos mudarmos, começamos a organizar também a festa.
Não me sentia confortável com a ideia de entrar de branco numa igreja, com todas aquelas pessoas olhando para mim. Nunca me imaginei naquela situação, por isso não parecia genuíno para mim. Então, como construir uma nova maneira de comemorar um matrimônio? Várias ideias surgiram e fomos observando com quais nos sentíamos mais à vontade, quais pareciam combinar melhor com a gente. Optamos por uma celebração num domingo, final de tarde, num buffet, com trajes formais e um tema surpresa: baile de máscaras. A partir disso, elaboramos todos os demais detalhes.
Continuar lendo »Sou designer e mergulhei na criação da identidade visual do casamento: brasão dos noivos, convites, cardápios, site, porta-guardanapos, lembrancinhas, caderno de assinaturas, totem fotográfico, adesivos para a hora da gravata, tudo feito na mesma linguagem, combinando com a decoração e o vestido da noiva.O vestido foi o ponto inicial. Também não me imaginava usando branco, não é uma cor que me representa muito. Eu queria me sentir alegre, vibrante, e encontrei o vestido perfeito na cor turquesa. Delicado, com rendas e pedrarias, combinaria perfeitamente com o tema baile de máscaras. E a partir dessa cor, criei todos os outros elementos, tudo muito delicado e feito com amor. Nas flores, usamos também o lilás, o roxo e o branco. Afinal, um final de tarde no verão, pede cores leves e frescor!
A organização da celebração também seria um pouquinho diferente. Não haveria a tradicional entrada da noiva, e sim a recepção dos convidados. Afinal, a festa é para eles, para comemorar todos os momentos que passamos juntos até que esse grande dia chegasse. Então, nos posicionamos na entrada do buffet ao som dos músicos, recebendo nossos amigos e distribuindo as lembrancinhas da festa: as máscaras, que vinham acompanhadas de cartões de agradecimento com letras de música que celebram o amor.
Depois de receber todos, subimos para a sala dos noivos para jantar. Depois de comer, foi exibido para os convidados o vídeo do nosso casamento civil. Então, descemos pela escadaria central do buffet juntos, como se nos apresentássemos ao mundo finalmente como marido e mulher e brindamos com todos.Acreditamos que nosso compromisso como casal é fortalecermos as qualidades um do outro para que possamos nos tornar pessoas cada vez melhores para nós mesmos e para o mundo. Por isso, nosso voto de compromisso foi feito em conjunto, uma ode ao amor e uma dedicatória para amigos, parentes, pessoas com quem convivemos. Depois de mais algumas fotos com os convidados, exibimos o vídeo do nosso ensaio de noivado. Aproveitamos a vibe alternativa da festa para pensar num vídeo divertido e bem humorado, no qual a namorada, após o pedido de casamento, rapidamente se torna a bridezilla, fazendo de tudo para agilizar o tão sonhado casamento. Uma paródia da minha vida real tentando lidar com todos os preparativos e detalhes para o casamento.
Então, veio o show. Nossas famílias são de ascendência italiana, então contratamos uma pequena orquestra para tocar e encantá-los com os clássicos italianos e outras canções. Foi muito emocionante ver todos unidos festejando tantas recordações.Depois do show, foi nossa vez de nos apresentarmos: a dança do casal. Escolhemos uma canção chamada L.O.V.E, dos anos 60. A coreografia foi um misto de foxtrote e rock, muito divertida. Depois, chamamos os convidados para colocarem suas máscaras e dançaram uma valsa moderna conosco.Joguei o buquê para as solteiras, e Ivan jogou uma bomba para os solteiros. Aquele que pegasse a bomba, seria o próximo a se casar também!Finalmente, a pista se abriu com músicas diversas, mas principalmente disco dos anos 70 e 80. Enquanto isso, os amigos do noivo passavam com a gravata. Dançamos muito, tiramos muitas fotos e essa linda noite finalmente chegou ao fim.
Eu tinha receio de que os convidados estranhassem muito todas as coisas diferentes que fizemos, mas, na verdade, todos pareceram apreciar muito a festa e ficamos muito satisfeitos. Não é possível dar algo de coração para alguém, quando não nos sentimos 100% conectados com o que estamos fazendo. E foi só porque conseguimos ser nós mesmos em cada momento do planejamento da festa que pudemos manter essa vibe de amor o tempo todo e contagiar a todos.
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