O casamento de Felipe e Ellen em Mairiporã, São Paulo Estado
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12 Dez, 2015A crônica do seu casamento
Depois de visitar alguns lugares, decidimos escolher um sítio. Imaginávamos uma cerimônia diurna, céu azul, dia lindo... Um dia caloroso: mas dos abraços da família e dos amigos mais chegados.
A casamento (cerimônia e festa) foi planejada com a frase: menos é mais. Nós gostamos do simples, do singelo. Por isso, pensamos em tudo e em todos, para que ficasse tudo muito confortável. Foi uma cerimônia bem reservada, apresentando madrinhas com tons pastéis, padrinhos com camisa branca e colete, sem terno. Minha filha adolescente, foi a dama de palmas mais linda que já vi. Todos deslizaram pelo tapete ao som das músicas que escolhemos carinhosamente. Foi uma emoção só!
Depois seguimos com as fotos. Registramos tudo como se não houvesse fim. Não queríamos perder nada. Seguimos para o espaço onde 150 convidados nos esperavam. Confraternizamos todos juntos, como uma grande família. Eu me peguei alí, paralisada, olhando como numa câmera lenta, vendo sorrisos e a alegria tomando conta de tudo.
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Enquanto todos acalmavam seus corações, entrou em cena nosso vídeo {love story} que foi uma grande surpresa. Nele contamos um pouco da nossa história, agradecemos a presença e convidamos a todos para levantar e aproveitar a festa embalado na dança de abertura feita com os padrinhos e os noivos. A dança também foi surpresa! Todos foram ao delírio, pois o noivo não dança nada, mas topou!
Doces, bolo, sorvete e até uma cabine fotográfica para que todos pudessem se deliciar com o dia que logo terminara. Chegou a hora. Hora de receber os abraços, ouvir os elogios e vocês são demais! Estava tudo lindo! Partimos para casa, pois estávamos muito cansados. Nem a mala tínhamos feito. Mas deu tudo certo. Seguimos para a lua de mel, com o sentimento de casamento realizado com sucesso.
Engraçado que, durante a viagem, relembrávamos dos melhores momentos como flashes. Flashes que ficarão marcado pra sempre em nossos corações.
E de alguma forma maluca eu sabia disso mesmo antes de te conhecer.
Naquele dia, dia 12 de dezembro, eu me vi de vestida de noiva, num sítio lindo, perfeito. Meus amigos presentes, família e as borboletas (no estômago); sim, elas estavam lá!
Fechei os olhos, agradeci a Deus, respirei fundo e pensei no meu amado. Ao som da música fui deslizando sobre o tapete vermelho, sobre os arranjo, sobre os olhares radiantes dos convidados, fui ao encontro aos braços dele. Nossos olhos venceram a distância e se encontraram. Aquele sorriso único, meio de lado, que me fazia perceber naquele instante, o quão precioso foi a nossa espera.
São instantes que parecem horas. Deslumbrei todas as pessoas presentes que estavam ali, para testemunhar o nosso momento. Olhei para ele e com o sorriso como quem queria dizer: “eu sabia que este dia iria chegar”. O tempo congelou.
Aquela sensação que a minha vida inteira não passou de uma sucessão infinita de ações e reações ideais para que pudesse finalmente chegar até ali. Eu nem podia acreditar que éramos nós, e que ao final do dia nós não precisaríamos mais nos separar depois do expediente, foi quando deixamos de ser plural. Foi quando comecei a construir aquilo pelo qual mais tenho orgulho. Foi o dia do nosso casamento.
Tudo foi perfeito, abençoado.
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