O casamento de Douglas e Cláudia em Pinheiral, Rio de Janeiro
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D&C
22 Mar, 2015A crônica do seu casamento
Eu sempre quis me casar vestida de noiva, mas as coisas da vida muitas vezes nos afasta de nossos sonhos. Primeiro casamento frustrado, onze anos de relacionamento que findou com o saldo de dois lindos filhos que amo de paixão, uma tremenda responsabilidade de criá-los sozinha e o coração em Deus pra que tudo desse certo.
Depois de alguns relacionamentos terem ido por água abaixo, finalmente um namoro virou noivado e terminou em casamento. O meu "felizes para sempre" teve início no dia em que eu disse sim pro meu Douglas, no casamento civil que aconteceu no dia 20/03/2015.
Engana-se quem pensa que casamento é coisa fácil. Viver com uma pessoa estranha, que tem na bagagem manias estranhas, gostos estranhos, uma cultura diferente, criação diferente, e tantas outras coisas diferentes e no fim a coisa se misturar e dar certo, não é questão de fórmula mágica e sim muita dedicação e paciência.
Nos dias de hoje, amar e ser amado, respeitar e ser respeitado, admirar e ser admirado se tornou prática cotidiana para que a perfeição venha em atitudes de carinho, afeto e companheirismo. É assim que eu espero que a minha história termine.
Continuar lendo »Nos casamos num sítio lindo, com uma recepção bastante intimista, apenas para familiares, padrinhos e pouquíssimos amigos. Eu quis assim. Que a comemoração fosse apenas para pessoas que a gente sabia que torcia por nós, por nossa felicidade.
Escolhemos a cor verde limão e branco para celebrar a nossa união. Foi num dia lindo de domingo de sol, depois de uma noite de chuva, onde Deus nos presenteou com um lindo dia brilhante de sol. As crianças se divertiram na piscina, os meninos no campo de futebol e a feijoada deliciosa servida a modo self service fez parte do cardápio.
Como a grana era pouca, resolvemos fazer uma deliciosa feijoada, com arroz branquinho, couve fininha, farofa com bastante linguiça calabresa, mista, bacon e a feijoada foi apenas com bacon, linguiça calabresa, lombo suíno, carne seca, tudo feito com muito carinho pela sogra da minha irmã, que teve ajuda de três moças que tive que contratar para não sobrecarregar a Regina.
Fizemos a celebração religiosa debaixo de uma tenda ao ar livre, com lindo tapete vermelho, corações pendurados, florzinhas feitas artesanalmente pelas minhas irmãs, filha e amigos e assim foi o meu casamento.
Na companhia de amigos e familiares, com uma deliciosa feijoada, bombons que eu mesma fiz, bem-casados, macarons que a minha cunhada Aline me presenteou da empresa dela La Patis e as lembrancinhas que foi o Aromatizados de ambientes que eu postei aqui no blog ensinando como fazer.
Os convites, bem casados, bombons, lembrancinhas, enfeites de mesa, enfeites da mesa do bolo, tudo fomos nós que fizemos.
O bolo fake foi um presente do meu padrinho de casamento, que a mãe dele faz, e ficou igualzinho a um bolo verdadeiro. O bolo de corte (o que servimos para os convidados) ficou maravilhoso, com um glacê super levinho, recheio divino, tudo perfeito! Minha florista foi a minha filha de 21 anos, que dançou com sapatilha de pontas e jogava pétalas de flores silvestres. Minha porta aliança foi minha sobrinha Yasmin que entrou num lindo vestido florido e um ursinho nos braços, com as alianças amarradas. Minha sobrinha Laisa entrou com a bíblia. Foi tudo simples mas lindo!
Graças a Deus tudo deu certo. Os convidados que eram pessoas mais "chegadas" a nós o possível, entendeu que a grana era pouca mas o amor por eles era maior. Cada um pegou seu pratinho depois da cerimônia religiosa, onde foram se servindo e se encaminhando para suas mesas (eu coloquei um cartão em cima de cada mesa com o número e o nome atrás de cada cartão). Na hora de entrar para o salão coberto, a filha da Regina tinha uma lista com nomes e seus respectivos lugares nas mesas. Ficou tudo muito organizado e simples. Assim, cada pessoa dava o seu nome para a Estéfany e ela dizia o número da mesa daquela pessoa. Ela se encaminhava para o seu lugar e assim foi até o último convidado.
Terminando a cerimônia religiosa, recebi os convidados do lado de fora mesmo na tenda, onde aos poucos confirmavam seus nomes com a Estéfany e se sentavam. Depois que todos entraram, aos poucos iam se encaminhando para a imensa mesa que montei da feijoada e minhas irmãs serviam refrigerante e suco nas mesas.
O mais importante é que nós sabemos que só estiveram pessoas que torciam por nós naquele lugar, para pedir as bênçãos de Deus sobre a nossa família, sobre aquele casal que estava constituindo uma nova família e sobretudo, sobre as nossas juras de amor.
Eu acredito que meu pai tenha ficado bastante orgulhoso, e se minha saudosa mãe estivesse viva, teria feito muita festa, teria comemorado muito!
E assim foi o meu casamento. E espero que daqui pra frente a gente possa cultivar muita paciência, muito respeito, muita cumplicidade, para que o "felizes para sempre" seja uma realidade de gente como a gente e não exclusividade dos personagens da Disney!
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