O casamento de Diogo e Juliana em Mairiporã, São Paulo Estado
Ao ar livre Outono Azul
D&J
13 Abr, 2013A crônica do seu casamento
Não tem como contar a história do casamento sem contar nossa história.Eu e Diogo nos conhecemos ainda adolescentes, em 2005, num acampamento da igreja dele. Fomos apresentados pela minha melhor amiga, que namorava (e hoje é casada) com o irmão dele. Mas não nos tornamos grandes amigos até 2008, onde trabalhamos juntos em um acampamento no Paraná e saímos de lá melhores amigos!
Por conta da distância, já que ele morava em São Paulo e eu em Guarujá, não nos víamos com tanta frequência, mas mesmo assim nossa amizade foi ficando cada vez mais forte. Eu amava estar com ele, e quando minhas irmãs brincavam comigo dizendo que eu e o Diogo iríamos acabar casando eu sempre respondia: “é lógico que vamos!”. Mas eu falava tudo na brincadeira, até porque eu tinha certeza de que ele só me via como uma irmã.
Diogo conta que em 2009, depois de uma conversa comigo por MSN, ele teve certeza de que eu era a mulher da vida dele. Mas tinha medo de se declarar e levar um “não”, ou estragar nossa amizade, então guardou com ele (e eu sou absolutamente desligada demais pra notar essas coisas). O tempo foi passando e eu confesso que, mesmo não admitindo, eu esperava e observava pra ver se ele tomaria algum passo indicando que gostava de mim, mas como nunca via nada, larguei mão. Um tempinho depois comecei a namorar outro rapaz, e o Diogo ficou muito enciumado (até desconfiei). Mesmo tendo ficado bem abatido, ele diz que sabia que um dia eu seria dele, então continuou cuidando de mim e investindo na nossa amizade. Eu crescia em amizade e admiração por ele cada dia mais!
Continuar lendo »Meu primeiro namoro (com esse outro rapaz) durou pouco tempo, logo entendi que deveríamos terminar. Assim que o fiz, Diogo decidiu que não perderia a próxima oportunidade de se declarar pra mim.
E ele fez! Em 12 de Setembro de 2010 estávamos conversando num almoço de despedida de um amigo em comum, e ele me pediu em casamento! Foi fantástico, e eu aceitei sem hesitar, afinal uns dias antes minha ficha de que era dele que eu gostava há muito tempo tinha finalmente caído.
No início de 2012 começamos a pensar em data de noivado e casamento. Oramos bastante, juntos e separados, pois queríamos a benção de Deus em tudo, e chegamos a uma data em comum: 13 de Abril de 2013 (dia do beijo, mas isso só fomos descobrir bem depois).
A partir daí tudo rolou ao redor dessa data, inclusive a escolha do local. Qualquer local que visitássemos e não tivesse a data disponível, entendíamos que era Deus fechando as portas. Também estávamos naquela crise: “Casar é muito, caro, que absurdo!”, e por conta dos preços absurdos dos Buffet’s estava decidida que ia dar uma festa bem simples, sem Buffet contratado. Até que fomos visitar o Espaço Colina 1, em Mairiporã. Amamos o local, super nossa cara! Sempre sonhei em casar numa chácara de manhã, e lá era perfeito. Além de tudo, eles tinham nossa data! Pra completar, fizeram um preço tão especial que conseguimos fechar o local, o buffet e a decoração, tudo junto! Foi um presente do Céu.
Depois de toda a correria dos preparativos, enfim chegou o grande dia! Acordei cedo e fiquei triste, pois estava chovendo e eu queria muito casar no jardim. Cheguei ao local do casamento com meus pais e fui para casa da Noiva me arrumar, ainda abatida com o tempo ruim e preocupada com todas as coisas que teríamos que mudar de última hora por conta disso. Logo depois o Diogo chegou ao local também e deu uma passadinha para me ver. Quando abri meu coração com ele, ele respondeu com aquele jeito homem simples de ver as coisas: “Amor, chovendo ou não, é o seu casamento. Curte! Se arruma aí e fica tranquila que eu resolvo todas as coisas, vai dar tudo certo.”
As palavras dele eram a pura realidade, então me acalmei e logo estava super animada! Era meu casamento, finalmente!
Assim que fiquei pronta, meu avô me levou de carro até a entrada. Brinquei com meus padrinhos, assisti de longe a entrada de todos eles e do meu amado, ao som da música tema do jogo “Zelda”. Então começou a introdução da minha música: “O Condado” de O Senhor dos Anéis, tocada na flauta pelo meu quase marido, enquanto meu pai vinha me buscar. E assim que dei meu braço para meu pai, entramos ao som de Piratas do Caribe, tocada pela banda ao vivo, animados e acenando pra todo mundo. Foi muito divertido, nossa cara!
A cerimônia durou uma hora e tudo estava lindo! A decoração, toda azul e amarela, estava maravilhosa. Minhas madrinhas estavam todas de vestido azul grego e longo, uma mais linda que a outra, meus padrinhos de colete cinza (também lindos) e meu noivo estava de roupa clara (o mais lindo de todos). Tivemos 450 convidados presentes, e todo mundo estava só sorrisos! Mesmo com a chuva.
A palavra foi trazida pelo pastor do Diogo, uma benção, e a cerimônia das alianças foi feita pelo meu pastor, um senhor de idade e muito sábio. Minha primeira melhor amiga, que eu fiz aos 5 anos, que trouxe nossas alianças, e elas vieram presas num mini macaquinho de pelúcia, que foi o primeiro presente que o Diogo me deu. Antes de repetirmos os votos que meu pastor preparou, lemos cada um uma declaração pro outro, e aquele momento foi único. Foi como se apenas nós dois estivéssemos lá e ninguém mais.
Depois meu pai, que também é pastor, realizou o casamento civil e nos deu a benção final, nos declarando marido e mulher. Que delícia!
A festa foi bem divertida. Comemos bem, abraçamos e beijamos muita gente querida, tiramos várias fotos e demos muita risada com nossos primos passando a gravata, que a propósito conseguiram arrecadar uma quantia absurda!
E depois disso fomos curtir nossa lua de mel no Chile, extasiados por finalmente podermos estar juntos a todo o tempo, e agora juntos pra sempre!
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